sexta-feira, 23 de julho de 2010

grey's


"At the end of the day, there are some things you just can't help but talk about. Some things we just don't want to hear, and some things we say because we can't be silent any longer. Some things are more than what you say, they're what you do. Some things you say cause there's no other choice. Some things you keep to yourself. And not too often, but every now and then, some things simply speak for themselves."

Grey's Anatomy

quinta-feira, 22 de julho de 2010

fire or ice?


Some say the world will end in fire,
Some say in ice.
From what I've tasted of desire
I hold with those who favor fire.
But if I had to perish twice,
I think I know enough of hate
To say that for destruction ice
Is also great
And would suffice.

Robert Frost

segunda-feira, 19 de julho de 2010

too much of nothing - thekks



I just killed my tv and i feel so free, yeah
no more rocommercial screaming at the screen, no no
spend my time on relatiom with my quality means, oh yeah
movin' up the lead of my philosophy
oh my, no way
i just wanna get by
ain't no telling to different places

i go my way, you got yours made figures walk right through
people are turned to be clever
gettin' to much of nothin' at all

me, i just tried to be better and i'm fall on my heart
ouuh ouhh ouuhoouuh
(...)

sábado, 17 de julho de 2010

singularidades

"-Sabes, és demente. Não sorris com os lábios mas, quando te perguntam, afirmas estar em êxtase interior. És extremamente desajeitada, mas não desgosto disso. Dá-te um jeito diferente, uma terna singularidade. És uma espécie de mistura de Frankenstein e branca de neve. Gostas de contos de fadas - distorce-los até ficarem à tua medida. Macabramente aprazíveis. Não há quem te entenda. O que realmente me arrepia é seres extremamente coerente. Sabes que a vingança é um veneno letal que nos turva o sangue mas não negas o prazer que tens em aplicá-la nos outros. És como pólvora - até queimas. óh se queimas. Mas de forma passiva. Nunca interferes com vidas. Planeias, executas e limpas o sangue das mãos, mas tudo apenas na tua mente distorcida. Vá-se lá saber que tipo de atrocidades imaginas tu cada vez que sorris. Mas tens o teu lado doce. Não lhe chamaria meiguice, talvez sejam pequenos raios de luz branca refractando nas quatro paredes pretas do teu coração.
-Engraçado; julgava-me opaca."

sexta-feira, 16 de julho de 2010

cloudy heart

"Olhei pra ti, o mundo inteiro parou, nesse instante a minha vida mudou"

terça-feira, 13 de julho de 2010

wise


The good times and the bad times both will pass. It will pass. It will get easier. But the fact that it will get easier does not mean that it doesn’t hurt now. And when people try to minimize your pain they are doing you a disservice. And when you try to minimize your own pain you’re doing yourself a disservice. Don’t do that. The truth is that it hurts because it’s real. It hurts because it mattered. And that’s an important thing to acknowledge to yourself. But that doesn’t mean that it won’t end, that it won’t get better. Because it will.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Supermassive Black Hole

"I thought i was a fool for no one. But, ooh, baby, I'm a fool for you"
(Muse)

Vampire - Part I


Encontramo-nos numa época em que as nossas mentes são invadidas por estes seres desconhecidos, os vampiros. Quer seja na televisão com séries como "True Blood", no cinema com "Saga Twilight" ou na literatura com "Marcada" ou mesmo as versões escritas das séries e dos filmes. Até a televisão portuguesa aproveitou para retirar o seu proveito com "Lua Vermelha" ou "Destino Imortal". O tema do Vampirismo tornou-se uma realidade e são raros os casos de pessoas que ainda não tenham ouvido falar desta epidemia. Desde os mais novos, aos mais crescidos, já todos conhecem o famoso romance de Edward Cullen e Bella Swan. Os mais novos dão preferência aos filmes e às séries nacionais, enquanto que os mais crescidos preferem as séires americanas e os livros. Mas seja de que maneira for, quer seja por adorarem ou por acharem de extremos mau gosto, ninguém fica indiferente a estes seres. Vampiros. Apesar de parecer que surgiram com estes novos filmes, é falso. Os vampiros surgiram há centenas, senão mesmo milhares de anos, e fazem parte da mitologia europeia e do Oriente, protoganizaram clássicos da Literatura como "Drácula", "Nosferatu" e "Lestat de Lioncourt". E nem mesmo os grandes pensadores os esqueceram, fazendo-lhes referência Voltaire, Rosseua e Karl Marx. Na televisão, várias séries como "Moonlight", "Buffy - a Caçadora de vampiros", e "Angel" fizeram um enorme sucesso, mas foi no Cinema que captaram mais atenções com "Blade", "Entrevista com o Vampiro", "Os Viciosos", entre muitos outros. Mas a grande questão que nos é colocada é "Serão os vampiros apenas uma personagem de ficcção ou um mito baseado em factos reais?" Na realidade, ninguém o sabe. As opiniões dividem-se, e apesar de para a maioria ser óbvio que esses seres não existem, para outros o Vampirismo é tido em conta como uma realidade e um estilo de vida. E quem acredita nisto dessa forma, concorda que os Vampiros não são nada como os conhecemos dos filmes modernos, não são "vegetarianos" e muito menos se parecem com o charmoso Robert Pattinson. Segundo vários sites de Vampirismo, estes seres enigmáticos têm de facto muito que se lhe diga. Segundo um desses sites, esta é a sua caracterização: a pele branca e fria é tida como um facto, assim como olhos claros e de coros pouco usuais, as unhas são de uma textura parecida com o vidro, o corpo franzino independentemente na extrema força que possam ter, os cabelos apresentam-se exactamente iguais aos de qualquer ser-humano, os dentes permanecem inalterados, excepto pelos caninos que podem ser projetados para fora, e o único alimento que lhes permite a sobrevivência é o sangue. Segundo esta descrição, poderíamos estar aptos a reconhecer um vampiro se ele nos aparecesse à frente. Essa constatação leva-nos a outra informação, que nos diz que os vampiros do século XXI não se isolam dos humanos, pelo contrário, misturam-se entre eles em centros comercias e zonas de grande fluência. O que não falta são teorias, e ao realizar-se uma pesquisa na internet deparamo-nos com todo o tipo de ideias, opiniões e informações a esse respeito. Serão verdadeiras? Não temos maneira de saber, talvez sim, talvez não. E até que sintamos as presas de um vampiro no pescoço, não há muito que possamos provar. Por enquanto podemos apenas viver na fantasia que a ficção nos oferece, quer seja nos livros, no cinema ou na televisão, quer seja num romance peculiar de Edward e Bella ou na história trágica da entrevista com Louis. As histórias são para todos os gostos, e transportam-nos sem dúvida para um escape à realidade. Mas se será mais que isso, só eles o saberão.

domingo, 11 de julho de 2010

palavras para quê?


"Há coisas que nunca se poderão explicar por palavras" disse o grande José Saramago. E de facto, assim o é. Por muito conhecedores que sejamos, ou quão abundemos em cultura e palavreados caros, existem coisas que não são possíveis de transcrever para palavras. Podemos tentar, é possível, mas o resultado não será mais do que uma tentativa aproximada e que fica a dever muito ao real significado. Deparo-me muitas vezes com esta questão, quero muito escrever o que sinto sobre determinada coisa, mas tudo o que escrevo fica sempre àquem do que sinto. E tudo isto ganha uma maior relevância quando se trata de falar sobre sentimentos grandiosos, como o amor, a amizade, e tudo o que lhes é inerente. Stepnhen King, com a sua mente brilhante, diz "The most important things are the hardest things to say. They are the things you get ashamed of because words diminish your feelings", e é exactamente isso que quero dizer, é isto que me atormenta e que me faz ficar horas a olhar para o ecrã do computador com o word aberto e sem conseguir escrever uma única palavra. Não é que não saiba o que escrever, porque sei, a questão está em conseguir que o que sinto se espelhe no papel, sem falhas, exactamente com o mesmo significado. E quando se tem o coração tão cheio e a transbordar de sentimentos como eu tenho o meu, então este problema torna-se maior e frustante. Quando se ama alguém e se quer explicar todo esse amor por palavras, quer sejam escritas ou ditas, é impossível de o fazer. Não existem palavras que se cheguem sequer perto do que se quer dizer. Nisso, acho que as palavras do dicionário são muito pobres nos significados (como diz Saramago em "O Sorriso"). Chego à conclusão que no fim de cada carta de amor, ou de cada carta entre amigos, e afins, deve sempre constar no fim um pequeno "*" a explicar que aquilo é apenas uma aproximação à realidade, que o que sentimos é muito maior, e que por isso mesmo não existem ainda palavras que o traduzam. Enfim, de qualquer maneira ainda nos resta sempre o olhar. A mais simples mas profunda forma de comunicação. Forma essa que, com a ausência de palavras, diz tudo e nos deixa com a sensação que não fica nada por dizer. E já diz o ditado "Quem não compreende um olhar, tão pouco compreenderá uma longa explicação". E é por isso que em assuntos de grande importância como são os de coração, os olhares, as atitudes e os gestos falam por si.

sábado, 10 de julho de 2010

words can't describe it


A minha alma já não me pertence, abandonou-me e habita descaradamente na tua. E nada me faz mais feliz!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Grey's anatomy


Derek: Yes or no. In or out. Up or down. Live or die. Hero or coward. Fight or give in. I'll say it again to make sure you hear me. The human life is made up of choices. Live or die. That's the important choice. And it's not always in our hands.

Grey's Anatomy "Death and All His Friends" - season 6 episode 24

amanhecer


Ele beijou-me com ternura.com adoração; por sua vez eu esqueci a multidão, o lugar, o tempo, a razão...apenas recordando que ele me amava, que me queria, que eu lhe pertencia.


Amanhecer, cap III, pag.58

quarta-feira, 7 de julho de 2010

music


"It's never over, my kingdom for a kiss upon her shoulder
It's never over, all my riches for her smiles when I sleep so soft against her...
It's never over, all my blood for the sweetness of her laughter
It's never over, she is the tear that hangs inside my soul forever"



terça-feira, 6 de julho de 2010

perfeições


"Há momentos assim na vida: descobre-se inesperadamente que a perfeição existe, que é também ela uma pequena esfera que viaja no tempo, vazia, transparente, luminosa, e que às vezes (raras vezes) vem na nossa direcção, rodeia-nos por breves instantes e continua para outras paragens e outras gentes."
José Saramago

segunda-feira, 5 de julho de 2010

the notebook, best scene


Noah: [while hanging from the Ferris Wheel] Will you go out with me?
Allie: What? No.
Noah: No...?
Allie: No.
Noah: Why not?
Allie: I don't know, because I don't want to.
Noah: OK, then you leave me no other choice.
Allie: [Lets go with one hand] AHHHH!
Noah: I'm gonna ask you one more time, will you or will you not go out with me? I think my hand's slipping.
Allie: OK, OK. Fine I'll go out with you
Noah: No, don't do me any favors.
Allie: No, no I want to.
Noah: Say it.
Allie: I wanna go out with you.
Noah: Say it again.
Allie: I WANNA GO OUT WITH YOU!
Noah: All right, all right we'll go out.

sábado, 3 de julho de 2010

irrevocably


"She was standing by a broken tree
Her hands were all twisted
She was pointing at me
I was damned by the lights coming out of her eyes
She spoke with a voice that disrupted the sky
She said you won't "Come on over to the bitter shade
I'll wrap you in my arms and you'll know you've been saved"
let me sign... let me sign...
Can't fight the devil, so just let me sign"

sexta-feira, 2 de julho de 2010

montanhas


"O problema das montanhas é que só conseguimos ver o que está do outro lado quando lá chegamos. É fácil dizer hoje que não mudaríamos nada, ou que faríamos tudo diferente. É fácil porque não adianta."

Rodrigo Guedes de Carvalho in A Casa Quieta

love


"A nossa casa é onde vive o nosso coração, onde estamos em paz, onde sobrevivemos a algumas batalhas e onde aprendemos a ceder, a crescer e a dar valor a tudo o que, com o tempo, se vem a revelar como o mais importante. E não há nada que se compare ao nosso lar doce lar, mesmo que para lhe dar valor seja preciso partir e depois voltar."


quinta-feira, 1 de julho de 2010

muito ZEN

Por muito boa que seja a nossa vida, por muito felizes que sejamos, existem sempre momentos em que simplesmente precisamos de paz. Uma paz profunda, que parta do interior. Paz não é estar num sítio sem ruído, sem pessoas, paz é estar exactamente nesse sítio e mesmo assim continuarmos calmos no nosso coração. E é essa paz que procuro, essa calma. Poder sentar-me no chão de pernas cruzadas durante meia hora, uma, o tempo que for, fechar os olhos e perder-me na imensidão do espírito, ausentar-me da casa, ausentar-me do mundo, ausentar-me de mim. Durante esse tempo deixar de ver, deixar de ouvir, deixar de pensar. Ter a mente vazia, expulsar todo e qualquer problema, esquecer alegrias, tristezas, pessoas, TUDO. Deixar o corpo sentado no chão frio e ausentar-me da vida...sim era de facto essa a paz que procuro! E depois passado o tempo necessário, os minutos, voltar. Voltar à vida, voltar ao corpo, voltar a mim. E aí, com a calma a inundar-me a alma, com um sorriso no rosto e a mente aberta, fresca para enfrentar de um novo dia. É isto que pregam os monges, os seguidores do Buda e afins.. Mal não me fará.
"Well, let's give it a try"