
Encontramo-nos numa época em que as nossas mentes são invadidas por estes seres desconhecidos, os vampiros. Quer seja na televisão com séries como "True Blood", no cinema com "Saga Twilight" ou na literatura com "Marcada" ou mesmo as versões escritas das séries e dos filmes. Até a televisão portuguesa aproveitou para retirar o seu proveito com "Lua Vermelha" ou "Destino Imortal". O tema do Vampirismo tornou-se uma realidade e são raros os casos de pessoas que ainda não tenham ouvido falar desta epidemia. Desde os mais novos, aos mais crescidos, já todos conhecem o famoso romance de Edward Cullen e Bella Swan. Os mais novos dão preferência aos filmes e às séries nacionais, enquanto que os mais crescidos preferem as séires americanas e os livros. Mas seja de que maneira for, quer seja por adorarem ou por acharem de extremos mau gosto, ninguém fica indiferente a estes seres. Vampiros. Apesar de parecer que surgiram com estes novos filmes, é falso. Os vampiros surgiram há centenas, senão mesmo milhares de anos, e fazem parte da mitologia europeia e do Oriente, protoganizaram clássicos da Literatura como "Drácula", "Nosferatu" e "Lestat de Lioncourt". E nem mesmo os grandes pensadores os esqueceram, fazendo-lhes referência Voltaire, Rosseua e Karl Marx. Na televisão, várias séries como "Moonlight", "Buffy - a Caçadora de vampiros", e "Angel" fizeram um enorme sucesso, mas foi no Cinema que captaram mais atenções com "Blade", "Entrevista com o Vampiro", "Os Viciosos", entre muitos outros. Mas a grande questão que nos é colocada é "Serão os vampiros apenas uma personagem de ficcção ou um mito baseado em factos reais?" Na realidade, ninguém o sabe. As opiniões dividem-se, e apesar de para a maioria ser óbvio que esses seres não existem, para outros o Vampirismo é tido em conta como uma realidade e um estilo de vida. E quem acredita nisto dessa forma, concorda que os Vampiros não são nada como os conhecemos dos filmes modernos, não são "vegetarianos" e muito menos se parecem com o charmoso Robert Pattinson. Segundo vários sites de Vampirismo, estes seres enigmáticos têm de facto muito que se lhe diga. Segundo um desses sites, esta é a sua caracterização: a pele branca e fria é tida como um facto, assim como olhos claros e de coros pouco usuais, as unhas são de uma textura parecida com o vidro, o corpo franzino independentemente na extrema força que possam ter, os cabelos apresentam-se exactamente iguais aos de qualquer ser-humano, os dentes permanecem inalterados, excepto pelos caninos que podem ser projetados para fora, e o único alimento que lhes permite a sobrevivência é o sangue. Segundo esta descrição, poderíamos estar aptos a reconhecer um vampiro se ele nos aparecesse à frente. Essa constatação leva-nos a outra informação, que nos diz que os vampiros do século XXI não se isolam dos humanos, pelo contrário, misturam-se entre eles em centros comercias e zonas de grande fluência. O que não falta são teorias, e ao realizar-se uma pesquisa na internet deparamo-nos com todo o tipo de ideias, opiniões e informações a esse respeito. Serão verdadeiras? Não temos maneira de saber, talvez sim, talvez não. E até que sintamos as presas de um vampiro no pescoço, não há muito que possamos provar. Por enquanto podemos apenas viver na fantasia que a ficção nos oferece, quer seja nos livros, no cinema ou na televisão, quer seja num romance peculiar de Edward e Bella ou na história trágica da entrevista com Louis. As histórias são para todos os gostos, e transportam-nos sem dúvida para um escape à realidade. Mas se será mais que isso, só eles o saberão.
Sem comentários:
Enviar um comentário