terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
The saddest people I've ever met in life are the ones who don't care deeply about anything at all.
somos feitos de paixões. pequenas coisas que tornam a nossa existência um pouco menos miserável e triste. agarramo-nos a isso para que por breves momentos possamos escapar à realidade que nos deprime e oprime. pequenos prazeres, vícios, que nos consolam o corpo e a alma.. uma chávena de café muito quente e amargo sem açúcar. livros, livros e mais livros; antigos, com páginas amarelas e gastas pelo tempo, poesia, realidade, ficção, clássicos...livros. o oceano, o mar, o rio, uma piscina, não importa, nadar, nadar é que importa; mergulhar para a profundidade, deixar o mundo fora da água. a beleza da lua, todas as noites, as estrelas, a luz que trazem para a escuridão. a música, compreende, as palavras, as guitarras, os pianos..oh os pianos como são belos. as pessoas bonitas, por dentro, que são diferentes e raras, e sombrias e sozinhas, frias e frágeis. as lágrimas, e os sorrisos; os sentimentos que não se escondem. e os elefantes, tão mais humanos que nós, tão mais verdadeiros. os duches de água gelada no verão, a escaldar no inverno, a água a limpar o corpo, mas principalmente a alma, os pensamentos, a tristeza. abraços fortes, não são precisas palavras. pele contra pele, deitados, despidos, o sangue a pulsar nas veias, como se fossem as minhas. a fragilidade do ser-humano, fascinante, tão fácil de quebrar, de destruir, de danificar; uma eternidade para sarar, para curar. os detalhes das pessoas e das coisas. a fotografia, os sítios, as viagens, as caminhadas. a chuva, que lava as ruas e as almas, leva consigo a dor do dia, bate nas janelas durante a noite. o amor, por mim, pelos poucos que me tocam a alma, e pelas minhas paixões.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Obrigada :)
ResponderEliminarJá estou a seguir, beijinho