terça-feira, 6 de março de 2012
e a casa estava tal e qual antes, a mobília, os biblôs nas prateleiras, as fotografias..o cheiro permanecia o mesmo também. mas o pó que pairava pelas superfícies e pelo ar, as cadeiras arrumadas, o frasco das bolachas vazio...eram os sinais de uma casa desabitada. faltavas lá tu. faltava lá ele. faltava o calor tão familiar, faltava o amor. as vozes, o barulho, os sorrisos, os abraços e mil beijos. é um vazio. não há recordações que o preencham, não há memórias de dias felizes que o tornem menos frio. e a cada dia o vazio só fica maior. e às vezes tão pesado... como se pode continuar a viver, quando partes de nós morreram? para sempre um puzzle incompleto, uma casa vazia.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário